quarta-feira, 29 de agosto de 2012

LOGOS- AUTOR DA MINHA FÉ

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Regeneração

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O Novo Campo


O NOVO CAMPO
“Dispõe-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até mim” (Jn 1:2).

Pense em alguém que viva intensamente os sonhos, tristezas e desventuras da sua Pátria.  Como resultado disso torna-se um cidadão extremamente politizado e com ideologia segura, muito certo de suas convicções, capaz até de colocar sua própria vontade como prioridade à de Deus: você pensou no profeta Jonas.

Pode-se dizer que o seu livro é uma ilustração da misericórdia de Deus, que não é, definitivamente, um Deus nacional, mas de toda a humanidade; Ele quer que todos escutem sobre a sua Palavra, para que tenham vida, e vida em abundância.  Jonas se recusa obedecer porque Nínive, capital da Assíria, representa um dos maiores e mais encarniçados inimigos de Israel.  Ele tenta sair exatamente para o lado contrário.  A tempestade, porém, lhe impede a fuga, e no curso da tumultuada viagem, sem querer, torna-se instrumento de Deus  para as primeiras conversões: os marinheiros começam a invocar o Senhor.

A seara é grande a Bíblia já ensinou. A sua extensão, porém começa bem aqui, para nós em Barbosa Lage, passa por ali em Santos Dumont e vai para longe os índios araras. Às vezes O NOVO CAMPO está tão perto que não se consegue vê-lo, passa-se por sobre ele sem nenhum entendimento.  Tem que viver debaixo e sob a expectativa do poder de Deus, a fim de ver e sentir O NOVO CAMPO que Deus mesmo disponibiliza. Jonas não pode fugir, Deus não lhe permite.  Encontrado por Deus, encontra-se consigo mesmo e aí vai ao encontro do próximo; a experiência é feita dentro de uma angústia mortal, figurada pelo mar e pelo ventre do peixe.  Desse modo, ele tem que  aprender a lição na pedagogia do Senhor e não na sua. O seu NOVO CAMPO é a sua pretensa rota de fuga e  sem deixar de chegar à Nínive:  Porque Deus assim o determinou. A salvação pertence a Deus, que  a concede a quem Ele quiser, no Seu tempo e no Seu modo.

Há na igreja de Deus, ainda hoje, vários  “Jonas”, isso é, aqueles que priorizam suas vontades, escolhem seus campos, que por esta ou aquela razão se negam a ir à “Nínive”. Onde está a sua “Nínive”? Ou melhor, onde o Senhor tem mandado você? A maneira soberana como Deus age na história deve nos levar a entender que frequentemente Ele usa os nossos erros de rota para atingir o seu objetivo. Não foi a toa  que a Igreja Presbiteriana do Brasil chegou em Juiz de Fora e não é sem motivo que a Segunda Igreja está implantada em Barbosa Lage. É o lugar onde o Senhor mesmo colocou e, com certeza,  O NOVO CAMPO.

                                              Rev Ersino Albano da Silva

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Os Cinco Solas da Reforma


por
Declaração de Cambridge



SOLA SCRIPTURA: A Erosão da Autoridade
Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual fez separação entre a Escritura e sua função oficial. Na prática, a igreja é guiada, por vezes demais, pela cultura. Técnicas terapêuticas, estratégias de marketing, e o ritmo do mundo de entretenimento muitas vezes tem mais voz naquilo que a igreja quer, em como funciona, e no que oferece, do que a Palavra de Deus. Os pastores negligenciam a supervisão do culto, que lhes compete, inclusive o conteúdo doutrinário da música.

Livre-arbítrio: Afinal, temos ou não temos?



Nota:CFW = Confissão de Fé de Westminster
   
Neste estudo, iremos procurar entender a questão que envolve o termo “Livre-arbítrio”.
Trata-se de um tema que trouxe grande discussão durante alguns períodos da História. O entendimento diferente acerca deste tema, ou seja a defesa da existência de um “livre-arbítrio” ou a sua negação, tem divido pessoas até hoje.
Mas, afinal temos ou não temos livre-arbítrio? É isto mesmo que iremos verificar, não só analisando as posições teológicas acerca do assunto, mas, buscando luz da Bíblia para clarear nosso entendimento. Antes de mais nada precisamos definir o que seja esse tal “Livre-arbítrio”:

CALVINO, O EXEGETA DA REFORMA


Alderi Souza de Matos

1. Definição de Termos
a. Exegese: a análise e explanação de um texto, geralmente em conexão com uma interpretação detalhada, científica (“crítica”). Distingue-se de “hermenêutica” no sentido de que esta se refere aos princípios de interpretação, enquanto que a exegese trata da aplicação desses princípios ao texto bíblico.

b. Hermenêutica: o estudo dos princípios e métodos de interpretação. O termo muitas vezes refere-se a uma perspectiva teológica específica que pode nortear a interpretação (por exemplo: hermenêutica da libertação, feminista, reformada).

Desperta Igreja

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terça-feira, 21 de agosto de 2012

A palavra de Deus é suficiente

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Pare e Pense

                                   Seu privilégio em Cristo é grande.......
                                   Sua responsabilidade é igual e a seu privilégio!!!


       

sábado, 18 de agosto de 2012

Agonia

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A Cruz abandonada


·                                      A Cruz abandonada!!!

·  Certa feita, ao chegar no estacionamento da Igreja em que congrego, percebi, jogada ao canto, uma cruz de madeira como que abandonada naquele lugar. Misturada estava junto aos entulhos que ali se encontravam, visto tratar-se de uma "reforma" no templo, por assim dizer.

·  Fiquei parado algum tempo meditando sobre aquela cena que se descortinava ante meu espírito. Perguntei-me então se já não havíamos abandonado a Cruz de Cristo há muito tempo e não percebíamos; quantos de nós, conscientemente ou não, nos esquecera-mos do significado, não histórico ou geográfico, mas espiritual, do que representa o madeiro, a estaca! Era como se fizesse uma viagem triste até aqueles entulhos e encontrasse ali... Cristo, esquecido como se fôra apenas um personagem histórico, perdido e deixado para trás no passar dos anos em que julgamos serví-lo; cheios de orgulho, estufando o peito e dizendo "eu sou servo de Deus", estou na igreja todo início de semana, levo a minha família, participo da ceia do Senhor e "até dou dízimo e ofertas"... "sou cristão, enfim!"

·  Mas, para minha desgraça, esqueço-me de lembrar da cruz, do sacrifício eterno, da obra redentora... do sangue. Propositalmente não me lembro que Deus estava em Cristo nos reconciliando com ele mesmo, não imputando aos homens suas iniquidades e trangressões! Como está escrito:

·  "Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados." Is 53:5

Pb. Jones Lima


A verdadeira Cruz

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Atributos Divinos

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quinta-feira, 16 de agosto de 2012


SEGUNDA IGREJA PRESBITERIANA DE JUIZ DE FORA

Estudo bíblico – DIA 19/07/2012


Deus
O governo de Deus e a liberdade humana
Possui o homem livre arbítrio?
“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. (Jo 8:36)”.

Estado da Inocência – inofensivo, ingênuo, bom cândido. Capaz de fazer o bem e capaz de cair no pecado. “Só mesmo um indivíduo inocente cometeria tal disparate”.
Jo 8: 37

Estado do Pecado – Falta, culpa, vício, defeito, maldade, perversidade, iniquidade. Teologicamente é a incapacidade de acertar (errar o alvo).
Pv 21:4; Jo 12:43; Rm 7: 19-25; 8: 7-8; Ef 2: 1,5.
Em sua natureza caída, ele tornou-se capaz somente de pecar. O homem é incapaz de alterar a sua natureza moral, incapaz de elevar-se para chegar à santidade.

Estado da Graça – Favor, mercê, perdão, indulto.
- O homem pode acertar e pode errar...
- Pela graça luta com o pecado (senhor).
- É capaz, graciosamente, de vitórias morais.
Jo 8:32

Estado de Glória – Satisfação, prazer, alegria, gaudio, regozijo. Haverá de ser selado para praticar somente o que é bom.
Jo 15:15-17; 8:36
Ansiava a minha alma detida em prisão
Atado ao pecado e à natura trevosa.
Teus olhos, porém, foram logo um clarão;
Que na cela acordei vendo-a então luminosa!
E a masmorra se abriu e liberto me vi,
Que saindo das grades então o segui.
Charles Wesley

Conclusão – Pv 16:1 – Sem Jesus, sem a Graça, tudo o que fizermos servirá somente para desagradar a Deus. Que sejamos capacitados pela Graça Divina, o clamor ao Filho de Deus para que Ele verdadeiramente nos liberte, a fim de que sejamos verdadeiramente livres.

Oração – Senhor Jesus nós te agradecemos que nos tenhas libertado da servidão do pecado. Pai, que possamos mostrar livremente a salvação que em Jesus temos, é no nome Dele que agradecemos e pedimos. Amém.

E  O  OUTRO ?
Então Javé perguntou a Caim: Onde está o seu irmão Abel?  Caim respondeu: Não sei.  Por acaso eu sou o guarda do meu irmão?(Gn 4:9)
“É melhor sozinho do que mal acompanhado”.  Sem que para isso, com certeza, se venha cometer homicídios para evitar más companhias.  “Diz-me com quem andas e eu  direi quem és”.  A idéia basilar é um e o outro.  “A união faz a força”.  Logo: quanto mais juntos, vivos é claro, mais fortes. E a sábia lição salomônica: “Melhor é serem dois do que um,  porque têm melhor paga do seu trabalho.  Porque se caírem, um levanta o outro; ai, porém do que estiver só; pois, caindo não haverá quem o levante”.(Ec 4:9-10)
O acontecido entre os irmãos Caim e Abel é, sem dúvida, o oposto daquilo que o Senhor espera de qualquer relacionamento entre os seres: a fraternidade, em que cada um é protetor do outro.  A auto-suficiência introduz a rivalidade e a competição:  o companheirismo é destruído e, em vez de proteger, o homem fere e mata o outro.   Contexto no qual a palavra pecado aparece, literalmente, na Bíblia, pela primeira vez(Gn 4;7).
O Senhor fez a Caim esta pergunta, não porque não soubesse o que tinha ocorrido, o que queria de fato é que Caim refletisse sobre o que tinha feito ao outro, aos pais e à sociedade.  Caim precisava perceber o seu pecado. O Senhor ainda confirma perguntando: “Que fizeste?”(Gn 4:10).
E O OUTRO? Eu quero, pessoalmente, ser incomodado com esta pergunta.  E preciso, com toda força e profundidade, incomodar você. Por acaso sou o guarda do outro?  Precisamos pensar no que fizemos para que o outro se ausentasse. Quando nos inquietar o afastamento do outro  e com amor de irmão formos procurá-lo  saberemos os motivos dele, e pode ser que seja estampado aos nossos próprios olhos, para tristeza e dor, nossos erros, nossos homicídios, nossos pecados. Quantas vezes ferimos fazendo ou conscientemente omitindo. Quantas vezes matamos falando ou indiferentes e apáticos deixando  de falar. 
“A vida é a arte do encontro”.  No encontro há, automaticamente, reconciliação,  recongraçamento, harmonia,  acomodação,  perdão. A Bíblia nos ensina assim, desde  Gênese:  Jacó por sua leviandade e aptidão exploradora teve que viver grande parte de sua vida sem poder ver a seu irmão e consequentemente aos seus pais.  Teve oportunidade de encontrá-lo, abraçá-lo e beijá-lo e estabelecerem a reconciliação.   José por muitos anos esteve separado de seus irmãos, mas, por providência divina foi encontrado por eles e estabeleceu-se a reconciliação e o perdão.
E O OUTRO?  A resposta não é tão simples.  Requer humildade, reconhecimento e confissão de faltas e culpas.  Exige esforço para perdoar e pedir perdão.  Que Deus nos ajude, proporcionando-nos amor e consideração para com o OUTRO.
Rev Ersino Albano da Silva
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PARA PENSAR
“O caminho certo para ser humilde não é rebaixar-se até ficar menor do o que já é, mas permanecer na sua real altura, diante de uma natureza mais alta que lhe mostrará a verdadeira pequenez de sua grandeza.”.
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Predestinação  x Livre arbítreo
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                                  DEUS é Santo 

( …) nem os céus são puros aos seus olhos. Jó 15.15
Escrever aos amados leitores nem sempre é tarefa fácil, pois considero uma arte e um dom fazer “o importante se tornar interessante”. Que Deus me ajude a conseguir fazer tal coisa.
Não é segredo nem novidade para muitos que essa geração de cristãos tem estado extremamente aquém do Evangelho verdadeiro. Contudo para se saber as razões e o “porquê” disso, é necessária uma leitura teológica e espiritual de nossa parte. Tem-se feito muitas especulações a esse respeito, mas creio que a ignorância do conhecimento de Deus é uma das maiores causas desse “cristianismo não evangélico” atual. Entendendo assim, anseio transmitir ao seu coração algo a respeito do Senhor nosso Deus, e de Sua natureza.
Sinto-me desafiado, pois creio ser uma tarefa dificílima escrever algo sobre um ser que supera – em muito, e em absoluto – nossa limitada capacidade de compreensão. Tampouco quero presumir por Deus, pois se assim fizer não acrescentarei nada mais que declarações vagas e infundadas. Tenho visto muitos cometerem erros ao tentar conjecturar ou mesmo, através de estudos minuciosos, acharem que podem pensar por Deus. Que o Senhor me guarde de fazer o mesmo.
Pretendo falar sobre essa declaração bombástica extraída do livro de Jó: a santidade de Deus. Talvez seja o atributo que mais defina o caráter de Deus: Sua santidade. 
A qualidade de ser santo, incomparável, inatingível, inimaginável, absoluto, inexpugnável, eterno, infinito em glória e poder, excelso, augusto, incomensurável, em fim, Deus é santo!
Todavia, a declaração de Jó 15.15 eleva essa santidade de Deus em um grau que certamente não temos condições de compreender, pois o texto diz que: “nem o céus são puros aos seus olhos”, isto é, nem o céu é santo o suficiente para Ele! Isso posiciona Deus e Sua santidade em uma esfera tão elevada, que nossa mente e coração não podem assimilar ou suportar tal ciência.
Nada criado se equivale à santidade de Deus, nem mesmo o próprio céu! Uma declaração semelhante feita por Salomão nos deixa ainda mais perplexos quanto à glória e a santidade de Deus: “Mas, na verdade, habitaria Deus na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter (…)” (1Re 8.27).
Nem o céu dos céus, nem a habitação de Deus com seus santos anjos, arcanjos, querubins, serafins, é santa o suficiente para conter a Santidade e a Glória de Deus! Estou tentando te mostrar nessas linhas escritas, que Deus é um ser tão santo – mas tão santo – que nem mesmo aquilo que Ele criou com a máxima perfeição pode se equivaler à Sua santidade.
Confesso que ao mesmo tempo em que isso é maravilhoso é também assustador, chocante e até aterrorizante, saber que Deus é tão santo assim!
Mas você pode perguntar: o que há de assustador em saber que Deus é santo?
É assustador, porque podemos ter uma ideia da dimensão e da extensão das nossas ofensas proferidas a esse Deus santo! Nossas ofensas, delitos, transgressões e pecados atacam diretamente a Sua santidade, e se tornam muito mais graves e profundos do que imaginamos. Temos ofendido um Deus santo, ignorado Seus valores, atributos, agimos com desdém, temos colocado Ele em uma posição humana, amando assim mais a criatura do que o criador (Rm 1.25).
Não respeitamos Sua onipresença, aliás, você sabe o que isso quer dizer? Significa que Deus está em todo lugar e em todo momento contemplando tudo e todos, inclusive nossos pensamentos. Pense: todas as nossas ações profanas e reprováveis são feitas diante dos seus olhos, na sua própria presença! Já pensou nisso alguma vez?
Não o temos honrado como Lhe é devido, não temos tributado a glória que Lhe é devida, não temos tido zelo pelo Seu nome e Sua santidade, como Jesus nos ensinou: “santificado seja o seu nome” (Mt 6.9). Eu estou dizendo diretamente da Sua Pessoa! Deus não é uma coisa ou um ser abstrato, Ele tem personalidade, atributos, caráter, vontade, um reino celeste, Dele vêm leis e ordens a serem obedecidas, quando é que vamos acordar pra isso?
A grande verdade é que a maioria das coisas que fazemos, não é tendo em mente e como fim a santidade de Deus, melhor dizendo: Deus é quase a última pessoa que pensamos quando estamos envolvidos na rotina da nossa vida. Não há qualquer preocupação com a Sua pessoa, se Ele está sendo ofendido ou esquecido o se a Sua santidade está sendo zelada ou não! Nem sequer sabemos que estamos a ofendê-Lo e muito menos temos noção da envergadura de tal ofensa! Talvez esse seja o maior pecado da humanidade: a ignorância De Deus!
 E mais, vocês da classe acadêmica e intelectualizada, tem feito de Deus nada mais que um objeto de estudo, com o intuito de defenderem suas teses e teorias. Quando deveriam estar gravando seus nomes nos corredores dos céus, esforçam-se por inscrevê-los apenas nos anais do saber!
No entanto, o pior não é isso! Tal maneira de viver traz consequências severas e gravíssimas, pois quando cometemos delitos na Terra, por exemplo, furtos, roubos, calúnias, homicídios, esses diversos delitos são punidos de conformidade com a gravidade dos mesmos, contudo a punição é aqui na Terra e, por certo período de tempo, e toda essa sanção e pena é justa de acordo com nossas leis.
Agora as ofensas que estão aqui em questão não foram feitas a um homem mortal, a uma repartição humana, a um animal ou meio ambiente, nem mesmo a um cristão piedoso. As ofensas que tratamos aqui foram e são feitas contra um Deus santo! Quando ofendemos um ser santo, eterno, perfeito, cheio de glória, a punição (pena) de equivaler-se à ofensa, e essa punição será de âmbito eterno!
É exatamente a esse Deus descrito acima que temos ignorado e pecado descaradamente, sem levar em conta Sua glória e santidade excelsas. Trata-se de uma afronta e Deus não tolerará algo que ofenda Sua santidade!
Agora, é maravilhoso, pois ao sabermos em parte a dimensão da Sua santidade e glória – que são infinitas – também podemos ver a dimensão do Seu amor e graça, porque mesmo sendo tão santo e magnífico se revelou à mais indigna criatura: o homem caído.
Ó Deus, que Cristianismo estamos vivendo! Seu Nome está sendo escarnecido! Seus santuários profanados! Sua Lei distorcida! Seu espírito blasfemado! Vivemos em um mundo que ninguém te conhece! Por isso pecamos desenfreadamente contra Ti, Meu Deus! Sem mesmo termos a dimensão do tamanho desses pecados, pois não conhecemos a Ti nem Sua santidade. Ó Deus, nos perdoe, livre-nos da ignorância.  Pois por mais que tudo que o Senhor formou ou deixou seja belo, justo e bom, não se equivalem ao Seu amor, Sua justiça e Sua santidade, para a qual devemos viver, amar, e entregar totalmente nossas vida. Amém!
“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (1Co 10.31).

 Paulo Júnior


ARREPENDEI-VOS
“Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto”(Is 55:6)
Aquele militar que chega perto de seu comandante e com postura firme, impoluto garbo, apresentando-se diz: serviço com alteração senhor.  Alguma coisa que não deveria aconteceu ou deixou-se de fazer o que estava programado. Está-se diante de um falta, leve, grave ou gravíssima. Alguém será, sem dúvida, responsabilizado o que deve ser na exata proporção da negligência.
Já sabemos que o profeta fala da parte de Deus.  Isaias começa o seu livro condenando a hipocrisia de uma igreja que se contenta com exterioridades cultuais, sem consequência para a vida prática.  O Senhor não aceita culto que se estrutura sobre qualquer injustiça.  O que Deus quer, principalmente, é ser adorado em espírito e em verdade. Os acontecimentos posteriores convergirão, naturalmente, a uma vida de serviço ao próximo e glorificação ao Senhor: alegria, paz, amor, um grupo eminentemente participativo, atividade social normal no sustento dos fracos (órfão e viúvas) e liberdade dos oprimidos.  E Deus não obriga a ninguém; Ele convida os seres às decisões seguintes: conversão e vida ou  teimosia e  morte.
Arrependei-vos - Conversão  é, na realidade, uma mudança de rota.  É a tomada segura do sentido contrário.  Tomemos este convite de Deus à conversão como um chamado ao arrependimento. Uma oportunidade benfazeja. O Senhor tem um projeto de verdadeira e santa realização para a história: liberdade e vida para todos.  Esse plano é revelado aos homens e mulheres através da Palavra que, gerando acontecimentos, leva para a concretização do desígnio de Deus..
Arrependei-vos - Deus sempre contou com o seu povo para contar os seus benefícios. Os seus feitos salvíficos.  O anúncio benéfico do Senhor é missão nossa, povo de Deus. Precisamos nos postar diante dele com firmeza  e distinta virtude, como bons soldados, falando:  serviço sem alteração, missão cumprida, Senhor.  Faremos isso com inteira eficácia quando reconhecermos as nossas reais impossibilidades, sustentadas pelos nossos pecados, e arrependidos buscarmos o Senhor, sinceramente contritos O invocarmos.  Ele está perto e pode ser encontrado.
Temos falado, nos últimos encontros, em evangelização.  Mas, evangelização apenas falada não é evangelização.  Evangelização se faz.  Evangelização é vida arrependida. Quando estivermos realizando o propósito de Deus atrairemos, naturalmente, os povos, porque verão que nesse está a vida.
Rev Ersino Albano da Silva
PARA PENSAR
“Uma coisa faço: esqueço-me do que fica para trás e avanço para o que está na frente”(Fp 3:13).

EU CREIO

           

         O Ser humano tem sido codificado pela sociedade que lhe atribui valores. Eu te pergunto: Qual é o seu valor? Ele está naquilo que você tem ou naquilo que você é?
         A Bíblia diz que a minha vida não foi comprada nem com ouro e nem com prata, mas com o precioso sangue de Jesus.
          E nas mãos de quem está a sua vida? Você tem a firmeza de responder que ela está nas mãos de Cristo?
         Existem pessoas que estão com as suas vidas em mãos erradas: nas mãos de agiotas, nas mãos de amantes, nas mãos de traficantes...  Que fique bem claro que o valor de sua vida será em função de toda e qualquer dívida contraída. Se você fizer escolhas erradas e optar por caminhos de morte, passará a ficar encurralado e pressionado; ao passo que, se você depositar sua vida nas mãos da pessoa certa, que é  Cristo, aí sim ela terá valor!
         Muitos que se dizem "crentes" ainda não têm essa certeza e temem a morte.
         Se você tiver que ser submetido a uma operação de urgência e o médico lhe perguntar: você está preparado? O que você irá responder?
         A minha vida, a minha esperança está nas mãos do Senhor!!!
         Há uma passagem no livro de Mateus que fala do momento em que Jesus andava sobre as águas. Pedro foi ao seu encontro, também andando sobre as águas, mas antes de chegar até Ele, teve medo (homem de pequena fé). Enquanto Jesus estava socorrendo a Pedro que afundava nas águas, os discípulos, mesmo vendo que se tratava de Jesus, também tiveram medo.
        Até quando vamos nos comportar como adolescentes na fé?
        Não temas!!!
       Acreditemos em Jesus, mesmo nas tempestades e em meio às adversidades; crer e confiar na palavra.
       Enfim, poder dizer: eu creio no Deus Todo Poderoso, no Deus de Vitória e no Deus da Minha          Salvação!
      Eu Creio!!!

      Ivone Prestes



SEGUNDA IGREJA PRESBITERIANA DE JUIZ DE FORA

Estudo Bíblico – DIA 15/08/2012



A EVANGELIZAÇÃO E A SOBERANA ELEIÇÃO

(Efésios 1:3-14)

A eleição a gente crê. A evangelização a gente obedece e dá certo. Desde toda a eternidade Deus preordenou tudo o que acontece, incluindo o destino dos homens. A Bíblia chama de PREDESTINAÇÃO o decreto divino concernente a esse destino. O aspecto da predestinação mais saliente na Escritura é conhecido pelo nome de ELEIÇÃO.

Sínodo de Dort, em 1618 e 1619.

A eleição é o imutável propósito de Deus pelo qual, antes da fundação do mundo, simplesmente por sua graça, de acordo com o soberano beneplácito da sua vontade, de toda raça humana que, por sua própria culpa, caíra de seu primitivo estado de retidão no pecado e na destruição, escolheu um certo número de pessoas para a redenção em Cristo, a quem Ele, desde a eternidade, designou para ser o Mediador e a Cabeça dos eleitos e o fundamento da salvação.


     A EVANGELIZAÇÃO

     Ao procurarmos relacionar com a evangelização esta fase daquilo que normalmente se denomina de “a secreta vontade de Deus”, convém lembrar que estamos lidando com um profundo mistério, e estamos em terra santa, onde os anjos temem pisar, que o homem finito não pode nem começar a compreender o Deus infinito, e que, portanto, temos que ser sóbrios, evitando escrupulosamente qualquer especulação humana e apoiarmos estritamente na segura Palavra de Deus - Rm 10:13-15.

2 Tessalonicenses 2:13
“Ainda que Deus sabe tudo quanto pode ou há de acontecer em todas as circunstâncias imagináveis, ele não decreta coisa alguma por havê-la previsto como futura, ou como coisa que havia de acontecer em tais condições”.  (C F W III, 2) - Is 46:10; Rm 8:30).




A ELEIÇÃO REQUER A EVANGELIZAÇÃO

Jo 3:36 – Mesmo os eleitos precisam destas admoestações, pois faz parte integrante do método que Deus adotou para levá-los à salvação. Deus quer que o Evangelho seja pregado no mundo todo e em todo o tempo para que seja congregada a soma total dos eleitos. É bom repetir, pois: a eleição exige evangelização.

CONCLUSÃO - A eleição assegura que a evangelização resulta em conversões genuínas. O evangelista não tem como dizer quem entre seus ouvintes é eleito e quem não o é. Mas Deus sabe. E Deus está pronto para aplicar sua Palavra nos corações dos seus eleitos para a salvação – Is 55:11.

ORAÇÃO – Obrigado Senhor pela vocação em Cristo. Somente tua graça. Obrigado pela convocação para o serviço. Somente teu Senhorio. Faze-nos obedientes e eficientes, para a glória de Deus. Em nome de Jesus! Amém.
































HISTÓRICO DA 2ª IGREJA PRESBITERIANA DE JUIZ DE FORA

É da pesquisa do Rev. Valdemar Alves da Silva Filho, pastor da 2ª Igreja Presbiteriana de Juiz de Fora de 2003 a 2009, a análise sobre a implantação e o desenvolvimento do presbiterianismo em Juiz de Fora, a seu ver tardiamente, quando a Igreja Presbiteriana do Brasil caminhava rumo às comemorações do centenário de seu início acontecido a 12 de agosto de 1859.
Em dezembro de 1861, passou por Juiz de Fora e pregou aos alemães, a convite do diretor da Colônia de D. Pedro II, o missionário Francis Joseph Christopher Schneider, foi o terceiro missionário presbiteriano a vir para o Brasil. Alexander Latimer Blacford, cunhado do missionário Ashbel Green Simonton o primeiro missionário a chegar no Brasil, também passou por Juiz de Fora tendo contato com os colonos alemães.
O trabalho presbiteriano teve o seu início registrado em Juiz de Fora em 21 de Janeiro de 1950. O Rev. Benjamim Lenz de Araújo César, ministro presbiteriano, membro do Presbitério de Campos RJ, (um dos principais na implantação do presbiterianismo juiz-forano), o pastor designado para dar início à organização do trabalho presbiteriano, bem como assistir à igreja pastoralmente, junto, é claro, com outros pastores do Presbitério. É dele os primeiros registros a cerca do trabalho nos relatos iniciais, feitos no primeiro livro de atas da igreja nascente. Destaques do Rev. Valdemar: O Professor Vitório Bergo, que recebe o Rev. Benjamim em sua casa em agosto de 1949 e em seguida escreve ao Presbitério de Campos que assume o trabalho. “Nota-se que Adaías Barbeto foi elemento importante para a implantação do presbiterianismo em Juiz de Fora.  Durante anos, a igreja recém-nascida ficou hospedada em sua casa.  Ele tornou-se depois presbítero da igreja e sempre atuou como evangelista, professor da escola dominical, construtor, servindo à igreja até a sua morte”.
Em seguida vem a 2ª Igreja Presbiteriana de Juiz de Fora, da qual passamos com alegria o seguinte histórico.


A Igreja Presbiteriana de Barbosa Lage não passou, no início, de uma Escola Dominical, cujos trabalhos se realizavam na casa do irmão Oséias César, que durante cinco anos, ou mais, suportou bancos velhos na sua sala de visitas. Esse grupinho de estudantes da Palavra de Deus organizou-se, oficialmente, em Congregação no dia 08/06/1958. O Conselho da Igreja Presbiteriana resolveu organizar a Congregação de Barbosa Lage no dia 01/06/1958, e naquela data, com a presença do Rev. Augusto Gotardelo, na residência do Sr. Oséias César, a Congregação foi solenemente organizada. Oscar Francisco Alves, Inês Alves, Sebastiana de Oliveira, Francisco de Oliveira, Paulo de Oliveira, Maria de Oliveira, Isabel de Oliveira, Agostinha Gomes (hoje falecida), Argemiro Gomes, Maria Gomes, Onivalda Gomes, Durvalina Gomes, Gérson Gomes, Edir César e Oséias César são os elementos ativos que figuram na história da Congregação. Saliente-se, no meio desses irmãos dedicados, a liderança do Pb. Adaías Barbeto, que, como professor da Escola Dominical, pregador leigo, iniciante da construção do templo, e pedreiro, muito fez pelo trabalho de Barbosa Lage. Em 03/09/1961 foi adquirido um terreno ali foi Cr$ 120.000,00, mas, já em 23/11/1958, lê-se em ata da Igreja Presbiteriana de Juiz de Fora o desejo ardente daqueles irmãos de comprarem uma posse naquele bairro futuroso. Em 05/11/1961 resolve o Conselho construir o templo, cuja pedra fundamental se lançou no dia 15/11/1961, na semana da consagração do templo da Igreja Presbiteriana de Juiz de Fora, da igreja mãe, com a presença do Rev. Stelleo Severino da Silva, que foi o orador oficial da cerimônia. No dia seguinte, dia 16, a obra do templo foi iniciada sob a direção de Adaías Barbeto e Messias Dias. O esforço da Congregação foi inspirador, pois o Natal daquele ano foi comemorado dentro do templo, posto que inacabado. O testemunho dos irmãos, comprando um terreno e construindo um templo em pouco mais de três meses, impressionou vivamente os moradores do bairro. A obra foi suspensa por um ano. No dia 13 de janeiro de 1963, com a presença de elementos do Presbitério de Campos, reunido nesta cidade, é o templo consagrado ao Senhor e organizada a Igreja Presbiteriana de Barbosa Lage. Foi um dia festivo e memorável para os companheiros de Barbosa Lage, visto que puderam sentir, objetivamente, os resultados de seus esforços e convencer-se de que não foram vãs as energias dispensadas em favor da obra da evangelização. Juiz de Fora, 13 de janeiro de 1963. Augusto Gotardelo, pastor do Presbitério de Campos.   

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

PARE E PENSE!!!

                                           O QUE É O EVANGELHO?

... NÃO É A GARANTIA DE QUE VOCÊ NÃO VAI SOFRER!
... NÃO É VIVER A VIDA SEGUNDO A RELIGIÃO.
... NÃO É FANTASIA DE HOMEM!
    EVANGELHO É A BOA NOVA, É VIDA ETERNA, É ENTENDIMENTO COM CONSCIÊNCIA DE DEUS NA VIDA!
... É NASCER DE NOVO NO ESPÍRITO E NO CORAÇÃO!!!
 
                                                 

PARE E PENSE!!!


O lugar mais perigoso onde um homem pode estar é fora da vontade de Deus!!!

PARE E PENSE!!!



Guarde bem em seu coração:
        - Liberdade no Espírito não significa comportamento carnal desenfreado;
        - Avivamento espiritual não é a mesma coisa que prostituição espiritual;
        - Presença do Espírito não significa distorcer a Bíblia que o próprio Deus inspirou a bel prazer dos interesses inconfessáveis do pregoeiro;
         - Provisão de Deus não é a mesma coisa que MegaSena celestial;
     - O amor de Jesus pelos pecadores não significa autorização para continuar no pecado e até mesmo acrescentar mais alguns à lista.
                                                                              Pense bem....
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